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Tardes de chuva

por Dora Sofia, em 21.11.16

Com a chuva a cair do outro lado da janela, adivinhava-se uma tarde de lareira e sofá a ver televisão. O problema é que o meu nome e "sofá a ver televisão" não cabem na mesma frase (sim, sim, eu e a televisão temos uma relação de ódiozinho de estimação) e, por isso, e também porque havia tecidos e materiais à espera da chuva já há muito tempo, juntei os trapinhos e improvisei um "querido, mudei a casa" à minha maneira.

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Sabem aquelas mesas de centro maravilhosas, de madeira-madeira, de linhas bem direitas e esquinas afiadas que temos de atirar para um canto, quando nasce o primeiro filho, pois corremos o risco sério de cabeças partidas, nódoas negras e pernas esfoladas para sempre, e que mantemos num canto, quando nasce o segundo filho, e o primeiro sobrinho, e o segundo, e os pais vem visitar-te e podem magoar-se e...? Pois, eu tenho uma, ou melhor tinha 

Com a chuva, a mesa ganhou uma esponja, ganhou uma capa e agora é puff-repousa-pés-mesa! Adoro!!

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Mas não foi só cá em casa que se anunciaram mudanças na decoração. Também nasceram duas cabeceiras de cama em tecido, para substituir umas de que não gosto particularmente. Mas isto já faz parte du um projeto de transformação maior, uma remodelação de uma casinha na serra . Eu prometo-vos um (ou mais) posts com o antes e o depois completo, mas, enquanto não chega a hora de dar o seu a seu dono, coloco-as aqui, só, só a fazer de conta ,e porque prometi que mostrava os resultados. Bem, pelas fotos, também nem ficavam mal por aqui, não acham?

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...aqui, deste lado do crochet.

 

 

 

 

 

 

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Tempos de cão II (modo inverno)

por Dora Sofia, em 21.11.16

Não tenho dedicado muito tempo ao crochet. É verdade! Não é que não haja vontade, mas eu sou tão viciada em crochet que, quando tenho outros projetos, tenho de me obrigar a fazer uma pausa. Obriguei-me pois a deixar as linhas um pouco de lado, as de crochet, entenda-se! Mas já está quase, quase, quase a chegar a hora de voltar e, entretanto, e porque as mãos são hiperativas, vou-me enredando nestas linhas da costura, para fazer miminhos à pequenita mais pequenina da casa.

Passados que estão os dias de calor, o frio obrigou-me a tomar medidas drásticas em relação à casota que me tinha atrevido a fazer. Agora, era urgente criar uma espécie de iglo que mantivesse a pequena aquecida. Procurei uns tecidos, uns enchimentos e umas sobras de esponja de um sofá velho. Estava feito. Há material, há ideias e uma tarde de chuva e faz-se a obra.

O meu objetivo era criar uma casotinha bem aquecida. Então, juntei o tecidos e coloquei entre eles a tal lã de vidro, ou enchimento, que andava por aqui desde um destes últimos carnavais em que tive de improvisar um fato para o miúdo. 

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Depois, cortei placas de esponja à medida e meti-as lá dentro:

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Por fim, foi só chulear e costurar com a máquinas. Linhas muito a direito, a comprovar que, como digo sempre, eu não sei costurar, apenas tenho vontade de saber.

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É claro que se houver algum pormenor que não resulte, alguma ideia que não se consiga concretizar com os (poucos) conhecimentos de costura, também não é caso para desistir, improvisa-se! Pega-se numa agulha de mão e fazem-se uns pontinhos mais "aldrabados". Afinal, é só uma casota de cão, não é nenhum vestido de noiva !!

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O que importa é o resultado final e esse está como se quer: quentinho, quentinho. Agora, é só juntar uma mantinha (isto é, um pedaço de pijama polar velho) e uma cadelita friorenta .

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Ela andou às voltas, às voltas, até acabar por se esconder completamente. Não consigo tirá-la de lá, e isso deve querer dizer alguma coisa 

 

 

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Tempos de cão

por Dora Sofia, em 15.09.16

Às vezes, muitas vezes, até eu desconfio de como consigo roubar assim tempo ao meu tempo. Mil coisas para fazer e as ideias não me deixam. Um tecido antigo, um pouco de acolchoado, linhas e uma máquina de costura. Lá fora ouço a cadela ladrar.

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O resultado foi o esperado, mas a filhota avisa "Tens noção de que ela vai destruir isso tudo, não tens?" Uma sombra cai sobre o meu sorriso.

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Sim, bem sei que ela é uma cachorrinha ainda, mas a danadinha não se habitua a nenhuma cama... Experimento, e leio-lhe a reação. "Foi isso que estiveste a fazer? E serve para quê? Posso comer? Posso cheirar? Hummm... cheira a ti...

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E também posso entrar... Está tão quentinho aqui dentro, parece mesmo o teu colo...

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Isto é muito bom! Olha, já não vou sair... fico aqui! Deixas? Deixas?"

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Talvez amanhã só haja farrapos a decorar a casa, como vem sendo hábito, mas hoje ela está lá... ainda. Não quer sair e ainda não roeu nada. Talvez seja um bom sinal. Quanto a mim, estou preparada para a máquina de costura e as experiências de decoração que quero fazer :-D. Por outro lado, tenho um monte de roupa para passar, que sobrou do tempo que roubei ao tempo.

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E se uma estranha te oferecer... blusas?

por Dora Sofia, em 08.09.16

Fui às compras. E, claro!, foi uma aventura inacreditável. 

Fui a medo, com a filha atrás, caso precisasse de desculpa para fugir de mansinho. "Filhota, não estás cansada? Não queres comer nada? Não é melhor deixar para amanhã?" Sim, sim, o melhor dia para ir às compras é sempre amanhã, pensei ao entrar no cento comercial.

Entrei na primeira loja. Passar de olhos apressado, corro para a  porta. O melhor é começar pelas roupas dos miúdos, desculpo-me.... Mas duas lojas depois, as compras para eles estavam feitas e o assunto resolvido. 

Recomeço a percorrer a loja à procura de roupa para mim. Percebo que trazer a miúda foi um erro, pois, afinal, parece que durante as férias se enamorou por esta coisa de ir às compras e só quer ir experimentar roupa. Digo-lhe para ir, enquanto o desalento parece ter já tomado conta de mim. Tenho de fazer compras.

Percebo que estou já meio desconcertada no momento em que me cruzo com uma colega da escola e me lamento profundamente por ter de andar às compras. Ela diz-me que é preciso, que nos faz bem vir às compras, e isso desconcerta-me ainda mais. Desejo a sério que me fizesse bem ir às compras, mas não, não acontece nada. Fico a olhar para a R. , a minha colega-amiga e penso que ela é pessoa de gostar de andar  às compras, anda sempre tão bem vestida, talvez devesse pedir-lhe ajuda... e ela me selecionasse duas ou três blusas, dois ou três básicos e mais qualquer coisa. Mas não tenho coragem. Afinal, andar às compras é tão mau... Como é que eu posso pedir a alguém para me ajudar?

Despedimo-nos, e é no momento em que eu entro nos provadores que acontece a coisa mais extraordinária que podia acontecer-me. Há uma mulher linda, elegantíssima, daquelas que enchem todo o ar do sítio onde estão, a entrar à minha frente. Deve ter 1,75 m, os olhos azuis e usa uma roupa linda...

 Entramos nos provadores e, quando saímos, temos o mesmo top vestido. Adoro as calças que ela experimenta e, enquanto a espreito pelo canto do olho, ela diz-me que trouxe uma iguais às que eu tenho vestidas para experimentar e pede-me logo a opinião. Adora ver-me o top, adora ver-se no top. Comenta os gostos parecidos e, de repente, estamos a trocar a roupa que trouxemos. "Experimente esta blusa com essas calças e passe-me o seu body para eu experimentar..." E , de repente, está a dizer-me o que já comprou, o que já escolheu, isso fica bem, isso nem por isso... E, de repente, "vou buscar-lhe um igual ao meu para experimentar", e sai do provador e vai procurar o meu número e traz já noutra cor para ela também...

Inacreditável! No momento de pagar lamentei mesmo não gostar de ir às compras, porque, se gostasse, esta brasileira ia ser a minha melhor amiga de ir às compras. Claro que com a minha terrível inaptidão para estas relações sociais, acabei por não saber o nome da mulher que me escolheu toda a roupa que eu trouxe, que sabe o meu nome e, até, pasmem!, a minha data de nascimento. Eu, dela, sei que é brasileira, linda, com um corpo de modelo, e que vai para o Brasil no dia 10 de outubro...

O que é que isto tem a ver com o crochet? Bem, tudo! É o outro lado do crochet!

Trouxe no coração mil ideias para juntar às minhas roupas novas!!! 

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Novo... outra vez!

por Dora Sofia, em 06.09.16

Quando, na hora de regressar ao serviço, abres as portas do guarda-roupa e percebes que a tua aversão por compras pode estar a tornar-se um problema, porque a tua roupa tem anos, está gasta e se confunde com alguns panos do pó, só pensas na urgência de renovar, renovar, renovar. Perco-me na palavra. perco-me sempre nas palavras. Renovar é tornar novo. Novo outra vez!

Fujo à ideia aterradora da necessidade de ir às compras e refugio-me, hoje, é só hoje, amanhã prometo que vou às compras, refugio-me nas paixões.

Coloco de parte a roupa que era preta e está cinzenta, junto-lhe a que não uso há mais de três anos... têm um caminho ainda pela frente.

Descubro roupas que não uso, um vestido curto demais, uma blusa larga demais, uma saia florida demais... adoro ver as minhas mudanças espelhada nestas roupas que não uso. Adoro mudar! E, nesta fase louca de fim (todos os fins são recomeços!), uma blusa com a história de um casamento, uma blusa linda demais para um casamento, com as costas expostas demais para todos os dias, sou assaltada por aquele sentimento bom do recomeço! Percebo, enfim, o que farei com a mandala que nasceu nos meus dias de férias tão cheia de destino incerto.

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Entusiasmo-me! As ideias fervilham, as mãos agitam-se e tenho consciência de que a noite só terminará quando o resultado me satisfizer. Ontem foi assim...

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 Hoje há Jornadas Psicopedagógicas... assim...

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É bom começar, recomeçar... É bom renovar, fazer novo... outra vez!

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Quando o tempo se te oferece

por Dora Sofia, em 02.09.16

O outro lado do crochet esteve de férias. O outro lado do blog, não o do crochet!Já perceberam como é difícil separar-me do meu crochet...

As mãos continuaram, irrequietas e criativas, mas a vida lá fora, fora do ecrã, fora das redes, é TÃO melhor do que este outro lado virtual!

O meu projeto de verão foi esta transformação de uma seirinha  simples e banal, numa seira toda minha, única e diferente!

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Aqui, é já no regresso a casa... é bom regressar!

Mas, durante as férias foi companheira de escrita, de leitura, de crochet e muita preguiça!!

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 Recomeço, pois, cheia de ideias na alma e vontade nas mãos. Gosto de recomeços. Não os recomeços de segunda-feira, ou de um de janeiro ou do dia depois das férias. Gosto dos recomeços hoje. Quando o tempo para recomeços se me oferece. Agora! 

 

 

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Pulseiras mil cores

por Dora Sofia, em 10.07.16

A promessa estava feita há tempo demais. Mas eu só faço as coisas com o coração. Custa-me atribui-lhes um valor que é, afinal, impossivel de quantificar.

O meu crochet vale pelo que vale. Pelas pessoas que mo despertam, pelas emoções que consigo viver em cada ponto que faço.

As pulseiras estavam feitas há tempo demais. Faltava-me a coragem para as vender, faltava-me a coragem para negar a vontade de as dar...

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Um dia saíram do saquinho das linhas e, com vontade própria, resolveram que já era hora de ver o sol. Encantaram-se pelo mar e eu percebi que eram belas demais para serem há tempo demais uma promessa por cumprir... 13103504_838945039571436_2461071897907424384_n.jpg

Gostam? As donas adoraram-nas!

 

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Entre papéis e linhas

por Dora Sofia, em 13.06.16

O sol teima em aparecer quando o trabalho se acumula sobre a secretária. Há mil e um relatórios para escrever. Papéis, papéis, papéis!! Na era do digital, as escola continuame caducas, antiquadas, "velhas do Restelo". Só isso justifica que qualquer documento seja religiosamente guardado em disco, em pen, formato pdf, formato word, formato online, formato qualquer coisa, e guarda-se também ooriginal, em papel, e cópia do original, em papel... não vá o diabo tecê-las!!! A sério??!!!

O que é que isto tem a ver com crochet? Tudo! É o outro lado do crochet. 

Assim, sobram-me as memórias da areia nos pés.

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Ah! E as histórias... As minhas linhas também estão repletas de histórias.

Durante um outro tempo em que estive mergulhada em papéis, com categorias, análise de conteúdo, e capítulos de teses de mestrado, vi-me obrigada a parar o crochet. Obriguei-me. E eu sou boa a obrigar-me!

Pensei " não vou fazer crochet!, não aceito pedidos, nem sugestões e vou fechar os olhos às ideias que não me deixarem em paz" e, depois, um dia recebi uma mensagem:

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E, pronto! Quem é que resiste? Amei a ideia, amei o trabalho, e , quando retomei os papéis tive a certeza que aquela tese estava cheiinha de amor ... 

 

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Assim se encham de amor os relatórios...

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De coração no crochet e paixão nas mãos

por Dora Sofia, em 23.04.16

O meu crochet tem sido sempre a propósito das pessoas. São sempre as pessoas que me inspiram: um amigo, um amor, uma celebração especial de alguém...

Mas o outro lado do crochet está a conquistar espaços, a conquistar lugares e, hoje, dou por mim a pensar que, se calhar, muito se calhar, as minhas pequenas inspirações podem ser grandes projetos. Agora, é esta ideia que não me deixa: as palavras dos livros.

O Prinicipezinho é um dos livos mais deliciosos que já, quase!, todos lemos. E, depois, pensei "E se as personagens ganhassem vida?".

E foi assim: crochet com amor! 

"Tive, pois, de escolher uma outra profissão e aprendi a pilotar aviões. Voei, por assim dizer, por todo o mundo."

 

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"Vivi, portanto só, sem nenhum amigo com quem pudesse realmente conversar, até ao dia, cerca de seis anos atrás, em que tive uma pane no deserto do Saara."

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Quanto a mim, que lido muito mal com estas coisas das pessoas sós e com falta de amor, vou ali fazer umas coisinhas em crochet para o nosso aviador, e já volto...13014807_1213862285301006_46598277_n.jpg

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New toy in town

por Dora Sofia, em 29.02.16

Apesar do fim-de-semana prometer chuva, vento e neve, saímos para visitar os avós, e sobreviver ao frio que a casa da aldeia nos reserva! Os miúdos adoram ir lá acima! Ele corre pelos quintais como se não houvesse amanhã e trepa às árvores (parece que tem uma de estimação, à qual sobe sempre, mesmo que chova ou que o sol escalde); ela aproveita as roupas usadas e velhas, atiradas para um dos cantos da casa e veste-se de mil gentes (agora sou médica, agora sou esteticista e maquilho as bonecas, agora sou palhaço...).

Eu também gosto daquela casa. É uma casa  cheia de histórias do tempo.

Depois, veio o vento.

Não há internet, felizmente!, e o telefone só funciona se viermos para o meio da estrada... Sobra um jogo de dominó para os homens, um chá de um limão que o garoto me atirou pela janela, conversa jogada fora com a minha mãe... e o crochet.

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Quando me pediram o Sackboy (é assim que o bichinho se chama) tive algum receio. Não conhecia o boneco, não conhecia o futuro dono, faltava-me o outro lado do meu crochet. Então fui ver um filme (a sack musician) e percebi que afinal talvez conseguisse dar um bocadinho de alma ao boneco. Vejam como ele se diverte entre as minhas coisas:

 

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 Não sei se ele é assim, se está bem, se está mal, mas acho-lhe piada. O que acham?

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Amores. Manhãs de sol, tardes de sol, noites de luar. Cheiro da chuva na terra. Cheiro do vento no mar. Livros. Praia. A vista da minha janela. Lareiras. Conversas.

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